Terapia funciona melhor quando você sabe onde está pisando. Aqui está o processo inteiro, sem letra miúda.
Conversa inicial de 20 minutos, sem custo. Você fala o que conseguir e eu escuto. Se fizer sentido seguir, combinamos horário e formato.
Nas primeiras semanas construímos um mapa: o que dispara, o que alivia no curto prazo e o que custa caro no longo. Sem julgamento, com curiosidade.
A parte mais longa. Praticamos aceitação, desfusão e escolhas guiadas por valores dentro da sua rotina, com experimentos pequenos entre as sessões.
Quando o novo repertório se sustenta sozinho, espaçamos as sessões e planejamos como você vai atravessar recaídas sem voltar à estaca zero.
Você não precisa preparar nada, nem saber explicar direito o que sente. A primeira sessão é para eu entender sua história e para você sentir se este é um espaço seguro.
Falamos sobre o que te trouxe, como a comida entra na sua rotina, o que já tentou antes e o que você gostaria que fosse diferente. Ao final, eu proponho um plano inicial de trabalho.
[Se houver política de valor social ou lista de espera, descrever aqui.]
Não. Muita gente chega sem diagnóstico e com a sensação de que o problema não é grave o bastante. Sofrimento com comida já é razão suficiente.
Sim, sempre que necessário e com a sua autorização. Cuidado em transtornos alimentares costuma funcionar melhor em equipe.
Varia com a história de cada pessoa. Reavaliamos juntas a cada [período] para você acompanhar o que mudou e decidir os próximos passos.
Funciona, e para muitas pessoas é mais confortável falar de casa. Só precisamos de um espaço em que você possa conversar com privacidade.